Projecto


"Olhares Escondidos" é um projecto de matriz social que incide sobre as crianças do Instituto Português de Oncologia, Serviço de Pediatria. Este projecto pretende dar ênfase a valores sociais como igualdade e cooperação e mostrar a importância das actividades de Animação Sociocultural no tratamento destas crianças e no seu processo de socialização. Este projecto realizar-se-á no dia 30 de Maio de 2008, terá lugar no espaço Lions do Instituto Português de Oncologia e é da responsabilidade dos alunos do 3º ano do curso de Animação Sociocultural.

Como o próprio nome indica "Olhares Escondidos" remete-nos para uma realidade sofrida, em que os olhares das crianças se mostram tristes.

"Mais importante que saber qual o tipo de doença que a pessoa sofre, é conhecer essa pessoa que sofre essa doença" (Hipócrates)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Legislação sobre a criação e funções do Instituto Português de Oncologia

Data de 29 de Dezembro de 1923 e tem o numero 9333 o Decreto Orgânico que cria o Instituto Português para o Estudo do Cancro, mais tarde designado por Instituto Português de Oncologia.
A sua criação deve-se em grande parte aos esforços do Prof. Simões Raposo e representa da parte do governo o interesse que o estudo e diagnóstico do cancro lhe mereceram. Integrado na Universidade de Lisboa, o Instituto goza de autonomia técnica, científica e administrativa indispensáveis aos fins que lhe são confiados.

1. Organizar a Luta contra o cancro em Portugal
2. Manter e desenvolver o Centro Regional de luta contra o cancro em Lisboa, promover e auxiliar a criação de outros centros regionais
3. Divulgar os preceitos úteis ao público, realizando uma propaganda eficaz contra o perigo do cancro
4. Praticar o estudo do cancro, promover pesquisas científicas, fazer publicações, organizar uma biblioteca especial
5. Melhorar as condições de trabalho e de estudo do seu pessoal científico e técnico, fundar laboratórios de investigação científica e adquirir o material necessário ao estudo e tratamento do cancro.

Só, porém, decorridos 4 anos é concedida a verba indispensável para a criação deste primeiro centro regional, concretizando-se uma necessidade que vinha sendo reclamada deste há trinta anos.